E de uma maneira a qual não queremos acordar. Na falta de opções, regredimos ao nível de baratas Apenas queríamos nos acasalar, reproduzir e dissolver, Não queríamos uma platéia para a nossa lua de mel, mas a humanidade, populosa, nos perseguia com a fúria de um exercito romano. procuramos nos abismos da existência caminhos que nos levassem a outras realidades Não encontramos buraco ou coelho da Alice, apenas ecos de guilhotinas distantes. recitamos poesia para nos ludibriar: “que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja eterno enquanto dure”. Havia nenhum sinal de dignidad
e, nenhum vestígio de prosperidade... A parede uma hora se abriu e dela a escuridão vomitou uma mão orgânica: uma espécie de cascavel que tinha como chocalho um corpo humano na ponta da calda. Enquanto a mão me apalpava e despertava em mim vermes de alegria e exaltação, eu sentia que podia confiar nel
a, e logo a cumprimentei como uma amiga de longa data minhocas, abutres e coiotes viveriam no meu corpo, plantas cresceriam em mim, cúmplices silenciosas de abelhas subornadas com pólen ameaçando dilacerar minha cabeça no asfalto... abri a humanidade com um chute no meio da cara, como fez Moises e seu mar vermelho Se não fosse pelo meu olhar de labirinto, que a sugava para dentro do reflexo do seu olho refletido no meu olho, eu não existiria mais. Ao sugá-la ela se perdia em si, criando uma desconstrução cognitiva tão poderosa que o fantasma simplesmente se implodia em reencarnação.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Relatório Radiovatico: existem 32 links para vídeos diferentes no texto.
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